Dica de estudo: acredite em você!

Tá, o título do post pode parecer uma chamada para vender livro de auto-ajuda mas este post de hoje é mais ou menos sobre isso mesmo.

Muita gente se considera incapaz de fazer certas tarefas por pura insegurança e falar uma outra língua é certamente uma delas. Por muito tempo me achei incapaz e até mesmo não merecedor de fazer ou ter muitas coisas e devo dizer o quão estúpido isso nos torna.

Algumas semanas atrás um aluno chegou pra mim e disse, “Eu nunca vou falar inglês como você. Nunca vou ter sua pronúncia” e eu respondi “Se você continuar com este pensamento derrotista não vai mesmo”. As pessoas aprendem uma outra língua por alguma necessidade ou simplesmente porque gosta mesmo e tendem a achar que tal tarefa pode ser feita em seis meses. Ledo engano! Aprender uma língua demanda tempo, esforço, dedicação, paciência e muita perseverança.

E o mais importante é acreditar que você consegue! Não, não sou guru nem life coach de ninguém, mas quando me proponho a fazer algo, me esforço para que saia no mínimo bom, sempre almejando a excelência.

Sempre tive um sonho de cantar profissionalmente e no último ano isso tem se tornado realidade, tenho feito alguns pocket shows e mostrado pras pessoas que sim, eu canto e que gosto de entreter, gosto do palco e gosto do holofote e não acho que tenha nada de errado nisso.

E você, meu leitor? Morre de vontade de fazer algo mas não tem coragem? É um baita clichezão mas “uma viagem de 1000 quilômetros começa com um simples passo” e como disse o Ricky Martin num programa de TV espanhol ano passado, “De los cobardes no se ha dicho nada” (Dos covardes não se falou nada), então se organiza, coloca suas ideias no papel, monta um plano e AJA!

Se seu plano é falar inglês, acredite que você consegue, pois se alguém já fez, você também pode fazer, isso é fato. Pensa bem, eu aprendi a falar inglês e espanhol sem nunca ter saído do Brasil, então  não tem desculpa. E meu QI também não é de gênio não. Sou um cara normal, que leva uma vida (até que) normal, mas eu estou aprendendo a parar de ter medo. Medo do que vão pensar de mim pois se a pessoa não gosta de algo que eu faço, o problema é só dela, certo?

Sou deficiente físico desde os nove meses de idade e se eu não tivesse aprendido com meus pais que eu poderia ter uma vida normal e ativa, provavelmente estaria numa cadeira de rodas, recebendo uma pensão do governo e sentindo pena de mim mesmo por essa “rasteira que a vida me deu”. É claro que tenho limitações físicas e sou realista que algumas coisas não consigo fazer, tipo jogar futebol ou andar de bicicleta, mas vamos convir que não é o fim do mundo.

Seguinte, arregaça as mangas, traça seu plano e coloca em ação. Sim, peça ajuda, ninguém faz nada sozinho. Já são quase três da manhã de domingo pra segunda e eu tenho uma semana cheia de coisa boa chegando pra mim, e espero que pra você também, viu? Deixo meu abraço grande e desejo esse “restim” de mês seja muito produtivo, pra todos nós.

Take care!!!

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