Diário de bordo: Estados Unidos (Parte 11)

02/11

O Frank foi embora cedinho e como eu estava MEGA cansado só desci para tomar café (sim, no hostel tem café da manhã incluído = leite, cereal, café e waffle!) e voltei para o quarto para descansar e colocar algumas ideias de trabalho em ordem. O Frank é um cara viajado e a gente conversou bastante sobre alguns projetos então eu decidi colocar algumas ideias no papel e começar a trabalhar ali mesmo.

Fui almoçar no Hilton (porque eu mereço!) e mais tarde decidi voltar ao Martuni’s. Chegando lá o dono do bar me viu e soltou, “I knew you’d come back!”. O pessoal lá me tratou super bem, fiz algumas amizades e até ganhei cerveja do dono! Foi muito interessante eu sair da zona de conforto de estar sempre com amigos no Brasil e me encontrar “sozinho” num país diferente. Isso, creio, nos dá uma outra perspectiva de vida e de ação.

Ainda cansado, vim embora umas 11 da noite, caí na cama e …

03/11

Acordei tarde e fui tomar café num lugar virando a esquina do hotel, bem pequeno e com comida muito boa. E à noite ia me encontrar com a Bea, amiga aqui de Bebedouro que vive na Califórnia há quase 15 anos. Decidimos nos encontrar em frente do Hard Rock Cafe lá pelas 18h e levei uma encomenda que sua mãe mandou: paçoca, pé-de-moleque e Sonho de Valsa!

Encontrar a Bea é sempre uma alegria, a gente se diverte muito. Acabamos indo ao Hard Rock Cafe e depois ficamos sentados, eu, ela e o marido, Mike, num banco do Pier 39 vendo o movimento. San Francisco é uma cidade apaixonante mesmo. Umas 21h decidimos ir embora pois ela tinha que trabalhar no outro dia e a van para o aeroporto saía bem cedo, 7 da madrugada.

I definitely left my heart in San Francisco!

04/11

E vamos de volta para a costa leste passar mais alguns dias até voltar para o Brasil. Por conta do fuso e do atraso do serviço de shuttle que ia me buscar acabo chegando em Merrimack (NH) por volta das 10 da noite. Pensa num cara cansado!

05 a 08/11

Esses quatro dias passei trabalhando na Transparent Language. Fui conhecendo um pessoal com quem tinha trabalhado online pelos últimos quatro anos e gostei muito da imersão num mundo onde todo mundo só fala inglês. Cheguei a ter uma certa dor de cabeça (do tipo bom). Me levaram pra almoçar, jantar e tive várias conversas e reuniões muito produtivas. Foi muito bom ver como é o modelo de trabalho deles e voltar motivado para dar continuidade aos projetos aqui no Brasil.

09/11

Como diz o amigo Júlio Menochelli, “Cheguei, comunidade!” – o voo foi tranquilo, consegui dormir bastante e cheguei a Bebedouro por volta de três da tarde. Cômputo geral: com altos e baixos, a viagem foi muito rica cultural e pessoalmente. Agora pronto pra outra!

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