Diário de Bordo – Estados Unidos (Parte 10)

31/10

E hoje eu vou pra San Francisco! A viagem dura 6 horas de avião e lá são 3 horas a menos que Boston, devo chegar às 17h (horário local). Até chegaria se não fosse por um atraso de duas horas em Minneapolis (conexão) pois o aeroporto de SF estava com muita névoa. Enfim, chego a SF às 19h e vou pro Orange Village Hostel (recomendo!) e chegando lá vejo uma cara conhecida: o Frank Florida, amigo blogueiro do site Fórmula Fluente que conhecia somente por Internet.

Ajeitamos as coisas no quarto e decidimos ir dar um rolê porque é Halloween, after all. Descendo o hostel tem um pub muito legal chamado O’Foleys e decidimos ir lá para tomar uma cerveja e bater um papo. Chegando lá pedimos pra sentar perto da música e para a nossa surpresa tem um cantor irlandês, que mora em San Francisco há muito tempo. Ele é bem animado e a galera curte bastante. Claro, pedi para cantar uma música e acabei cantando duas!

O pub também tem uma parte de baixo, com um piano bar e como era Halloween, a galera estava enlouquecida e muito animada. O Frank, também pianista, pede para tocar e o “dono” do piano cobra US$20! Ele não aceitou e como tanto eu quanto ele estávamos viajando já há algum tempo então decidimos ir para o hostel porque amanhã era dia de bater perna!

01/11

Ainda meio zoados com a troca de fuso, acordamos, tomamos café e fomos dar uma andada na região do hostel. Paramos para comer comida indiana. O Frank, que já morou na Ásia, está acostumado e eu nunca tinha comido então pensei, “Why not?”. Realmente, muito apimentado, não é pra mim não! Depois de almoçar perguntamos ao dono do restaurante como fazíamos para chegar à Golden Gate Bridge de busão e por sorte tinha um ponto virando a esquina. Imaginem eu, que só ando de carro, pegar transporte público; mas como era tudo uma aventura, “vamo que vamo”.

Entramos no ônibus e para a minha surpresa só tinha pessoal com origem asiática. Fiquei impressionado com isso em SF. Trocamos de ônibus e conhecemos três moças estudantes – uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola (que falava inglês igualzinho a Penélope Cruz). Fizemos amizade com elas e aquele ônibus era realmente a Torre de Babel com tantos idiomas: inglês, espanhol, português e alemão. E finalmente chegamos à Golden Gate Bridge, depois de uma hora e meia de viagem. Para a nossa surpresa a ponte estava quase toda coberta pela névoa e não conseguimos fazer um vídeo lá.

Voltamos para o hotel Hilton, vizinho do hostel, para tomar um café e procurar um piano bar, onde o Frank pudesse tocar e eu pudesse cantar. O concierge do Hilton nos indicou o Martuni’s, que não ficava longe do hostel. Chegamos lá, umas 18h e já fizemos amizade com o pianista. Eu cantei 2 músicas e o Frank também tocou e não ficamos mais pois ele tinha que se encontrar com um amigo num restaurante japonês perto do hostel.

Fomos pra lá, jantamos e decidimos ir novamente ao O’Foleys para tomar uma cerveja e ouvir boa música. O dia tinha sido bem puxado e como o Frank ia embora no outro dia cedinho decidimos make it an early night (ir dormir cedo).

Amanhã tem mais!

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