Diário de Bordo – Estados Unidos (Parte 07)

24/10

Começo do tour por NY durante o dia.

E chegou o ápice da minha viagem a NY: ver o Ricky Martin no musical “Evita”. Mas isso é mais pra frente.

Comecei o dia com breakfast no hotel – não é dos mais baratos, mas já que estamos gastando… Fui para o lobby esperar o ônibus da excursão da CVC que eu tinha comprado no Brasil – um monte de brasileiros! Chegando lá me designaram um personal assistant, um cara super gente boa e prestativo chamado André, paraense que morava no Rio. O André estava na excursão e foi meu anjo número 03 pois ele me ajudou com a cadeira de rodas pelo Central Park e como dizemos aqui, “foi uma mão na roda”.

Do lado direito estava a Estátua da Liberdade.

O passeio foi muito interessante e o guia, Antônio, deu um tom super leve ao passeio, deu várias dicas sobre qual linha do metrô tomar, onde ir, quanto custavam as coisas, o que deveríamos fazer e o que não deveríamos fazer. Embora estivesse choviscando descemos em todos os pontos previstos e achei muito interessante pois várias informações se complementavam com as da noite anterior. O passeio foi das 9 da manhã às 2 da tarde, fizemos várias paradas e deu pra tirar um monte de fotos.

Chegando no hotel fui almoçar e descansar pois dali a pouco eu iria para o teatro Marquis, na Broadway, ver o musical Evita. Peguei um táxi e me confundi de horário: achei que era às sete da noite e era às oito. O teatro é dentro do hotel, que parece uma cidade, e tem gente indo e vindo o tempo todo.

Entrada do Marquis Theater

Estacionei minha cadeira lá e fiquei esperando abrirem as portas. Às 7:35 pm começamos a entrar e me colocaram num lugar muito bom, na parte da orquestra, onde dava para ver o palco inteiro. Às 8 em ponto eles sobem as cortinas e começa o musical com o enterro de Evita e de repente aparece Ricky Martin cantando. A plateia vai ao delírio e ele realmente é muito bom cantando e dançando ao vivo. O musical tem 2 horas e consegue prender sua atenção o tempo todo. No final eles recebem uma standing ovation e nesse momento penso: “Vou me preparar para ir e evitar a multidão para pegar táxi.” Daí acontece um fato tragicômico.

Coloquei minha cadeira perto da porta de saída e como estava escuro, a usherette (moça que ajuda o pessoal a se sentar e tem a lanterninha) não me viu, tropeçou na cadeira e rolou no chão. Disse, “I’m sorry, are you all right?”. Ela por sua vez, pediu mil desculpas mas eu disse que a culpa era minha. Depois do ocorrido fui pegar um táxi para ir de volta para o hotel pois eu precisava de um drink!

O bar do hotel era movimentado até umas 2 da manhã e aproveitei e jantei também. Foi um dia bem cansativo e que valeu super a pena!

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