Archive for the ‘Mother Tongue’ Category
Dica de listening: entrevista com Mariza Ribeiro
Hi, there!
Hoje trago uma entrevista com a professora Mariza Ribeiro, que trabalha em Newark, NJ.
A Mariza foi criada nos Estados Unidos e veio ao Brasil, sua terra natal, somente depois dos 20 anos de idade e nos conta como foi crescer num ambiente bilingue e como é seu trabalho com alunos de educação especial (Síndrome de Down, autismo, etc.) hoje em dia.
Veja o vídeo abaixo:
Take care and have a great weekend!
Dica de Material: Phrasal Verbs with the Letter L do Tim and Tammy
Hello, there!
Olha só, o Tim Barrett, do Tim and Tammy, lançou seu novo material: Phrasal Verbs with the Letter L. É um material com arquivos de texto, áudio e bônus super interessantes.
Clique na figura abaixo para mais informações.
Take care and see you next time!
Só não aprende quem não quer!
Este post vai ser em português pois uma coisa que me irrita profundamente são professores negligentes.
E sinto muito, mas conheço uma quantidade imensa de colegas de língua inglesa que pararam no tempo e reclamam que não têm dinheiro para fazer cursos de aperfeiçoamento e bla bla bla.
Bom, como eu sempre digo, a Internet está ai para ajudar-nos e fuçando no nosso amigo Youtube, achei um canal com uma infinidade de vídeos de metodologia, GRÁTIS!
Dêem uma olhada no vídeo abaixo que é sobre o ensino de gramática contextualizada e acesse a lista de vídeos do Bridge TEFL.
Até breve!
English Classes 100% in English. Do you really think so?
Guys, today I ‘stole’ a text from my good friend Denilso de Lima.
Denilso writes about some ingrained and old-fashioned concepts about using Portuguese in the English class.
Denilso has some books published and you can check out his texts on his blog.
Here’s his text:
Durante o mês de fevereiro tenho estado em vários locais e mantido contato com professores de inglês e espanhol de diferentes estados brasileiros. Isto tudo para poder dar a estes profissionais capaciatação na Abordagem Lexical e suas Implicações Metodológicas, Aquisição Lexical, Ensino da Gramática através do Vocabulário e demais assuntos envolvendo o ensino/aquisição lexical.
Nestes meus treinamentos falo muito sobre o uso da língua portuguesa em sala de aula. Ou seja, sou totalmente contra o que a maioria das redes de ensino diz: em uma aula de inglês o professor deve falar apenas em inglês. Sou e sempre serei totalmente contra esta tese retrógada e ultrapassada.
Acredito piamente que a língua materna do aprendiz é, sem dúvida, o caminho mais rápido para que ele – o aprendiz – entenda algo. Isto significa que na hora do sufoco o professor não só pode como deve sim fazer uso da língua portuguesa.
Já presenciei aulas em algumas escolas onde o professor gastava cerca de 10 a 15 minutos da aula apenas para que os alunos entendessem algo que estava sendo ‘explicado‘ em inglês. Geralmente, o aluno que capta a mensagem mais rapidamente e entende o que está sendo explicado acaba traduzindo para os demais o que o professor está dizendo. Isto me faz perguntar o seguinte: se os alunos podem traduzir, por que o professor não pode?
Geralmente, uma aula de inglês tem entre 1 hora a 1 hora e meia. Os professores reclamam que o tempo é curto demais para cumprirem o programa; porém, não percebem que gastam tempo considerável tentando explicar algo complexo em uma língua que os alunos ainda não compreendem 100%.
Outro fato interessante nisto é que os professores muitas vezes procuram explicar em inglês teorias gramaticais aos alunos. Outra pergunta: se já é difícil para nós – falantes nativos da língua portuguesa – entendermos teoria gramática da nossa própria língua imagine então ter de entender teoria gramatical de uma língua que estamos aprendendo (e pior temos de nos virar para entender em inglês).
A maioria das escolas de idiomas do Brasil se vangloriam com slogans marketeiros do tipo:
- “nossas aulas são 100% em inglês”
- “desde o primeiro dia de aula, você só vai ouvir inglês na sala”
- “desde o início seu professor só vai falar inglês com você”
Cuidado com isto! Muita gente já perdeu a vontade de estudar inglês em escolas de idiomas por causa desta crença absurda e antiga. Atualmente, os pequisadores [linguistas] têm percebido que o uso da língua portuguesa em sala de aula é válido e extremamente necessário. na aquisiçaõ de outra língua. Só pra você ter uma idéia até mesmo muitos livros [inclusive gramáticas] são hoje publicadas de forma bilingue para facilitar a vida de quem quer aprender inglês.
Um exemplo de gramática que segue a linha bilingue é a famosíssima “Essential Grammar in Use” de Raymond Murphy, que tem uma edição em português. Na capa lemos: “Essential Grammar in Use Gramática Básica da Língua Inglesa – com respostas“. Que progresso, hein? Enquanto as grandes editoras seguem esta linha de raciocínio as grandes escolas de idiomas no Brasil preferem continuar no método arcaico.
Portanto, queridos leitores não se assustem ao encontrar uma escola ou outra na qual a língua portuguesa é utilizada em sala de aula. Não se assustem se manusearem o livro do curso de inglês e nele conter algumas coisas em português. Do ponto de vista dos cientistas em aquisição de segunda língua isto é totalmente necessário e eficaz. Para nós isto é um progresso e não um retrocesso!
See you! Take care!
Is there an English word for that?
Teaching is a wonderful experience and sometimes students come up to you and say, “Teacher, how do you say ‘farofa’ in English?”
Then, what do you do? You tell them there’s no ‘farofa‘ in English, right?
Well, some very Brazilian words have rough correspondents in English. Let’s check them out:
Bife (de cutícula) – a chunk of skin
Boca-livre – free food
Brochar - to lose one’s erection; go limp
(algo) brochante - a turn-off
Brocha - a limp-d**k, he can’t get it up
Fazer cafuné – to run one’s fingers through one’s hair
Fiu-fiu (cantada) – catcall
Xaveco - a come-on; a pick-up line
Folgado - (oportunista) brazen; (preguiçoso) a slacker; (que vive dos outros) a freeloader
Frescobol - beach paddleball
Ter jogo de cintura – to be able to think on one’s feet
Nota fiscal – (mercadorias) tax invoice; (serviços, varejo) tax receipt
Peteleco - a finger flick
Cascudo - noogies
Do you know of any Brazilianisms and want to share them with us? Write me at i2@adirferreira.com!
See ya next time!
Using Portuguese in the English Class
What? Adir, are you nuts? Have you totally lost it? Well, actually no. Let me give you guys a tip on how to use Portuguese and translation (two taboo issues!) in your English class. This works nicely with grammar topics, like tenses and comparatives.
1. Choose a small paragraph of a text with the grammar topic you want to review and/or practice. Let’s suppose I want to practice the Present Perfect with a text about things someone hasn’t done yet, like, “Oh, my brother is so sloppy. Mom told him to do some chores but nothing yet. He hasn’t done the dishes yet; he hasn’t taken out the trash yet and obviously he hasn’t gone to the post office for her yet.”
2. Ask your students to translate this particular paragraph and hand it to you. Remember to set a time limit, for every activity.
3. Some days later, hand it back to them and ask them to translate it back into English. Also set a time limit and have them refer back to the original text.
It is amazing how revisiting (hello, Vygotsky!) material previously studied helps them lay the right foundation for their learning. They’re goig to be critical of their work and you’re going to have better results.
And you? Do you have a favorite activity that uses Portuguese as a good resource? Tell us!!!
See you next time!


