6 Dicas de Finanças para Professores Particulares

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Fala professor! Nós somos ótimos em didática, linguagens e proficientes em idiomas, mas em meio a tantos treinamentos e preparatórios para exames nenhum de nós foi treinado para administrar o próprio negócio de aulas particulares e muito menos as nossas finanças profissionais/pessoais.

Veja aqui 6 dicas bem rápidas para você diminuir suas despesas e aumentar seus recebimentos e lucros:

Enxugue suas contas

Lógico que é muito mais fácil falar do que fazer, mas a ideia é analisar com calma suas finanças e descobrir custos desnecessários ou redundantes que mesmo que pequenos acabam pesando no fim do mês ou no fim do ano.

Por exemplo, se você assina TV a cabo e NetFlix, deve avaliar se realmente está usando os dois serviços. Se perceber que um deles não é usado, mas por hábito acabou ficando no meio das contas, cancele o que não usar. Mesmo que seja só 25 reais por mês, isso em um ano dá 300,00.

Não seja “apenas” professor de inglês

Uma das grandes vantagens de ser professor autônomo (ou mesmo se você der aula em escola e tiver um tempo livre na agenda semanal) é constituir rendas paralelas. Existem inúmeras opções.

Se você gosta de vender, a Disal oferece parcerias de venda online para materiais didáticos.

Se sua experiência permite fazer mais do que dar aulas de inglês, dê aulas de tudo o que você sabe. Aulas de redação, reforço, etc. são ótimas formas de expandir seu público.

Até mesmo venda de perfumes pode gerar uma renda extra especialmente se seu público é composto por mulheres que consomem bastante esses produtos.

Custo relativo

Nós costumamos pensar sempre no preço das coisas, mas não pensamos que o preço é relativo quando pensamos em tudo que precisamos gastar nosso dinheiro.

Por exemplo, um almoço a 50 reais é mais barato que um filtro de barro a 100 reais, né?

Mas veja: o almoço te alimenta 1 vez. O filtro fornece água limpa por décadas.
O almoço te satisfaz por no máximo 2 horas. O filtro está disponível todas as horas do dia enquanto você colocar água nele.

Note que ao relativizar custos, coisas caras são na verdade bem mais baratas, devido a: frequência de uso, durabilidade e utilidade;

Aplicar esse raciocínio ajuda a, por exemplo, escolher entre algo barato e de qualidade questionável e algo mais caro, mas com qualidade excelente. Essa lógica serve para materiais de construção, carros, computadores, etc.

Escala de contas

Pense nas suas contas sempre em três escalas: conta corrente, conta poupança, conta investimento.

A conta corrente deve abrigar apenas o dinheiro que você tem que gastar no dia-a-dia e rápido. Basta olhar a conta do cartão de crédito para ter uma ideia do seu custo de vida mensal. Como a conta corrente não faz seu dinheiro render, o que sobrar deve inicialmente ir para a poupança.

A poupança rende pouco, mas é fácil de sacar dinheiro dela em emergências. Deixe o valor suficiente para coisas que você não teria tempo de esperar um dia inteiro até conseguir o dinheiro.

O resto do seu dinheiro deve ir para investimentos de longo prazo. Eles rendem muito mais e quanto mais tempo ficam rendendo, mais valor gerarão, pois os juros composto age sobre esse dinheiro.

Vamos a uma conta bem simples: se você separasse 200 reais por mês e colocasse nessa reserva de longo prazo, em 30 anos, teria 72.000 reais. Porém, devido aos juros, se tivéssemos juros de 5% ao ano (o que é beeeeeeem baixo), esse valor aumentaria para 164.000. Nada mal para começar sua aposentadoria, né?

Reserva de emergência

Em finanças, um termo muito comum é “reserva de emergência”. A pior coisa que pode acontecer com nossa saúde financeira é ficar endividado, pois as dívidas crescem com os juros e prejudicam mais e mais nossa situação. Por isso, é sempre aconselhado ter uma poupança, renda fixa ou tesouro direto com um valor suficiente para cobrir seus custos caso tudo fique horrível do dia para a noite.

Invista!

No Brasil falamos muito sobre deixar dinheiro na poupança, porque lá rende. Na verdade, existem muitas modalidades de investimento que rendem bem mais que a poupança. Como comentado na questão de reserva, podemos investir na renda fixa e no tesouro direto. Em linhas gerais, esses dois produtos sempre rendem mais que a poupança e não apresentam riscos.

Parece complicado à primeira vista? Talvez. Acredite, sei bem. Ainda assim, comece o quanto antes com as primeiras ações e com certeza verá alguns resultados já no primeiro mês como faturas mais baratas do cartão de crédito e uma economia que nem imaginava que podia ter.

Além de tudo isso, para te apoiar a fazer essa migração financeira e colocar o seu dinheiro para trabalhar para você, lá na DeProfPraProf tem um curso de finanças especificamente desenhado para professores particulares que precisam desde noções conceituais básicas e construção de planilhas simples e efetivas no Excel, passando por modelos de recebimentos, bancos e taxas, até chegar em investimento em renda fixa como Tesouro Direto, com aulas que te mostram o passo a passo de cada clique em direção à liberdade financeira.

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Autor: Carlos Nascimento
Formado em Letras e mestrado em Linguística pela UNESP e atua como professor de inglês há mais de 10 anos. Com a experiência de administrar uma escola e por ter uma formação também em Administração, hoje estuda com muito mais afinco questões econômicas e financeiras que envolvem o mundo do professor particular.

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